POLÍCIA

Homem que matou esposa a tiros é preso escondido em mata em MT

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Diego Tavares era procurado desde domingo, quando Sirley Pereira Gomes, de 42 anos, foi morta a tiros após uma discussão em uma fazenda

Diego Tavares, suspeito de matar a esposa Sirley Pereira Gomes, de 42 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (12), escondido em uma área de mata na zona rural de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Sirley foi morta com vários tiros no último domingo (9), na Fazenda Lagoa Serena, onde morava com o marido e os três filhos do casal.

Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu depois que o proprietário da fazenda informou aos investigadores que Diego pretendia se entregar.

Uma equipe da Delegacia de Vila Bela foi até a propriedade e encontrou o suspeito em uma região de mata. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia.

A prisão preventiva havia sido decretada pela Vara Única de Vila Bela da Santíssima Trindade após representação da Polícia Civil pelo crime de feminicídio.

Durante as diligências na residência do casal, os policiais apreenderam três armas de fogo: uma garrucha, uma carabina e uma espingarda. Uma quarta arma, que também era procurada pelos investigadores, ainda não havia sido localizada.

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Após os procedimentos na delegacia, Diego deverá ser encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Mulher tentou fugir após ser baleada

O crime aconteceu na tarde de domingo (9). Conforme a investigação, Sirley estava na fazenda com o marido e dois dos três filhos quando o casal iniciou uma discussão.

Durante a briga, Diego teria pegado uma arma de fogo, ameaçado a companheira e efetuado um primeiro disparo.

Mesmo ferida, Sirley tentou fugir em direção a uma propriedade vizinha para pedir ajuda.

O suspeito, no entanto, teria perseguido a mulher e efetuado novos disparos.

Sirley ainda conseguiu chegar à casa de um vizinho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Após o crime, Diego fugiu em um Fiat Palio e passou a ser procurado pelas forças de segurança.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os trabalhos no local do feminicídio.

As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime e localizar a arma que ainda não foi encontrada.

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