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Acusada de matar gatos volta para a prisão após romper tornozeleira eletrônica pela segunda vez

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A mulher investigada por maus-tratos a animais com resultado de morte e zoofilia voltou a ser presa nesta segunda-feira (6), após romper a tornozeleira eletrônica pela segunda vez. A recaptura ocorreu em Cuiabá, depois que a Justiça revogou a liberdade provisória em razão do novo descumprimento das medidas cautelares.

 

A investigada, de 28 anos, já havia violado o equipamento de monitoramento em agosto de 2025, ocasião em que foi intimada a apresentar explicações à Justiça. Com a reincidência, foi determinado o retorno imediato ao regime fechado, conforme previsto na decisão judicial que havia substituído a prisão preventiva por medidas cautelares.

 

Ela foi localizada e recapturada pela Polícia Civil, sendo encaminhada novamente para a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, na Capital. A nova decisão também impede que a investigada volte a ser beneficiada com medidas cautelares, diante do histórico de descumprimento das determinações judiciais.

 

O caso ganhou grande repercussão em 2025, quando ativistas denunciaram o desaparecimento de diversos gatos entregues para adoção. Durante as investigações, policiais encontraram animais mortos em um terreno baldio e em um lixão próximos à residência da suspeita, além de um filhote de cachorro resgatado com vida e materiais com vestígios de sangue recolhidos para perícia.

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As investigações apontam que os crimes teriam ocorrido na casa da acusada, localizada no bairro Porto, em Cuiabá. A Polícia Civil também apreendeu diversos materiais que reforçaram a investigação conduzida à época.

 

A prisão inicial ocorreu em junho de 2025, após denúncias feitas por uma ONG de proteção animal. Conforme as investigações, pessoas que haviam doado gatos para adoção passaram a desconfiar do desaparecimento dos animais. Durante as diligências, os policiais localizaram sangue na residência, um filhote de cachorro vivo e um gato morto nas proximidades. O companheiro da investigada chegou a prestar depoimento e foi liberado.

 

O processo segue em andamento, enquanto a investigada permanece presa por determinação da Justiça.

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