ESTUPRO DE VULNERÁVEL

Menina de 9 anos revela abusos a professora e homem de 68 anos acaba preso suspeito de estupro

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Suspeito fazia parte do convívio familiar da criança; denúncia chegou à polícia após escola acionar o Conselho Tutelar.

Um homem de 68 anos foi preso preventivamente na quinta-feira (15), suspeito de estuprar uma menina de apenas 9 anos, no município de Linhares, no Espírito Santo. A prisão foi realizada pela Polícia Civil após a Justiça expedir um mandado contra o investigado, que foi localizado em sua própria residência.

O caso veio à tona depois que a criança procurou uma professora de sua escola e relatou os supostos abusos sexuais. Diante da gravidade da denúncia, a instituição de ensino acionou o Conselho Tutelar na quarta-feira (14), dando início aos procedimentos de proteção à vítima e à investigação policial.

Conforme informações da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), o suspeito é uma pessoa que faz parte do convívio familiar da menina. O vínculo específico entre os dois não foi divulgado pelas autoridades, como forma de preservar a identidade e a integridade da criança.

Após receber a denúncia, a Polícia Civil iniciou as primeiras diligências para apurar as circunstâncias dos fatos relatados. A investigação ficou sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente e ao Idoso (DPCAI) de Linhares.

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De acordo com a delegada Viviane de Mattos, responsável pelas unidades especializadas, os procedimentos iniciais foram realizados e, diante dos elementos reunidos, a corporação solicitou à Justiça a prisão preventiva do investigado.

O pedido foi analisado e autorizado pelo Poder Judiciário. Com o mandado expedido, equipes da Polícia Civil foram até a residência do suspeito, onde realizaram a prisão.

O homem é investigado pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, que estabelece punição para atos sexuais praticados contra menores de 14 anos, independentemente de consentimento.

A delegada destacou que a atuação rápida das autoridades teve como objetivo garantir a proteção da vítima, permitir o andamento das investigações e assegurar a responsabilização criminal caso os fatos sejam comprovados.

A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre quando os supostos abusos teriam ocorrido ou por quanto tempo a criança teria sido vítima, preservando informações sensíveis relacionadas à investigação.

A corporação também ressaltou a importância da participação de escolas, familiares e profissionais da educação na identificação de possíveis situações de violência sexual contra crianças e adolescentes.

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Segundo a orientação das autoridades, relatos de crianças devem ser acolhidos com atenção, sem julgamentos ou questionamentos insistentes, para evitar novos traumas e permitir que profissionais especializados conduzam os procedimentos necessários.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá concluir a apuração e encaminhar os elementos reunidos às autoridades competentes.,

 

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