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URGENTE: Elevador despenca do terceiro andar e mulher fica paraplégica diante dos próprios filhos em condomínio; VEJA VIDEO

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O que era para ser apenas mais uma noite comum terminou em uma tragédia devastadora dentro de um condomínio de luxo no bairro Altiplano, em João Pessoa, na Paraíba. Uma mulher de 36 anos ficou paraplégica após o elevador despencar do terceiro andar do edifício com ela e duas crianças dentro.

A queda violenta aconteceu na noite da última quarta-feira (13) e causou pânico entre moradores do residencial.

Segundo o Hospital de Trauma de João Pessoa, a vítima sofreu uma lesão irreversível na coluna vertebral. O diagnóstico de paraplegia foi confirmado pelo diretor da unidade, Laécio Bragante, na manhã desta quinta-feira (14).

Dentro do elevador também estavam os dois filhos da mulher: um menino de 5 anos e uma menina de apenas 3 anos. Apesar do impacto assustador, as crianças sofreram apenas escoriações leves e receberam alta médica horas depois.

A mulher, natural do Suriname, morava há cerca de um ano em João Pessoa junto com os filhos e trabalhava remotamente.

Após o acidente, familiares solicitaram a transferência da vítima para um hospital particular. Ela deverá passar por cirurgia para estabilização da coluna, em um procedimento delicado que tentará evitar danos ainda maiores à medula.

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O caso gerou revolta entre os moradores do condomínio Altiplano I, principalmente após a revelação de que os elevadores já apresentavam problemas antigos.

Segundo informações divulgadas, o condomínio já havia acionado judicialmente a construtora GGP (Setai) por falhas estruturais nos equipamentos. Um laudo técnico chegou a determinar a substituição completa dos elevadores, mas a tragédia aconteceu antes que as medidas fossem executadas.

Após o acidente, a Defesa Civil interditou os 11 elevadores do residencial.

Indignados, moradores realizaram protestos e afirmaram que os problemas nos equipamentos eram recorrentes e conhecidos há bastante tempo.

Em nota, a construtora declarou que a manutenção dos elevadores era responsabilidade do condomínio. Já a administração do prédio afirmou que os defeitos existem desde a entrega do empreendimento e que a situação já vinha sendo discutida na Justiça.

O caso segue gerando forte repercussão e levantando questionamentos sobre possíveis responsabilidades pela tragédia.

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