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Mãe de jovem encontrada enterrada no próprio quintal faz revelação

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Um crime brutal chocou moradores após a dona de casa Magali Moraes de Oliveira, de 65 anos, encontrar o corpo da própria filha enterrado no quintal da residência da família depois de cinco dias de buscas desesperadas. A vítima, identificada como Miriam Abraão de Oliveira Soares, de 39 anos, estava desaparecida desde a última terça-feira.

O principal suspeito do crime é o próprio irmão da vítima, Abraão de Oliveira Soares, de 42 anos, que acabou confessando o assassinato após ser pressionado durante as investigações policiais.

Segundo informações apuradas pelas autoridades, o crime teria começado após uma discussão considerada banal envolvendo água suja de esgoto que teria atingido plantas cultivadas por Miriam no quintal da casa.

Em depoimento emocionante, a mãe da vítima contou como encontrou o corpo da filha enterrado no pequeno jardim da residência.

“Eu tô botando a roupa da máquina na corda e falando com Deus: ‘me amostre onde tá minha filha’. Faz cinco dias hoje, onde que tá essa menina? Eu sou tua serva, me dá uma luz no fundo do túnel”, relatou Magali.

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Segundo ela, enquanto estendia roupas no varal, sentiu um forte odor vindo da terra no quintal.

“Nisso que eu tô colocando a roupa na corda, eu senti aquele cheiro forte entrando no meu nariz e a terra subiu. Aí eu parei assim, olhei, quando eu vou fazer assim com a terra, a minha filha ali enterrada”, contou.

Ainda bastante abalada, a mãe afirmou que começou a cavar com as próprias mãos até localizar o corpo da filha.

De acordo com a investigação, Miriam teria discutido com o irmão após ele jogar água de esgoto próximo às plantas que ela cuidava diariamente. O suspeito estaria limpando uma área da casa quando acabou respingando sujeira no jardim da irmã, iniciando a discussão.

Segundo relatos da família, Abraão chegou a tentar justificar a situação antes da descoberta do crime.

“Ah, a minha filha ficou nervosa aí porque eu tava limpando aqui o esgoto, né? Aí porque eu tava brigando, porque eu tava jogando esgoto na planta dela”, teria dito o suspeito.

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A Polícia Civil acredita que Miriam tenha sido morta a pauladas durante a discussão. Após o crime, o corpo foi enterrado justamente próximo às plantas que ela costumava cuidar.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades.

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