MATO GROSSO
Nova Rota do Oeste usa tecnologia para reaproveitar material asfáltico descartado de rodovias em MT
Utilizado na pavimentação de rodovias e vias urbanas, o asfalto é um produto proveniente do petróleo, uma fonte não renovável, e apresenta diversos impactos ambientais em todo seu processo desde a produção e aplicação. Para ir na contramão disso, pesquisadores buscam desenvolver métodos mais sustentáveis para reaproveitar esse composto.
Rheno Thormin, gerente de Pavimentos e Controle Tecnológico da Concessionária, é o responsável pelo laboratório e afirma que, em geral, os pavimentos são dimensionados para durar 10 anos, e após o desgaste, todo o material asfáltico que é retirado do pavimento das rodovias é descartado. Com o investimento em pesquisa no laboratório da Nova Rota do Oeste, hoje é possível que esse material seja reaproveitado para compor um novo asfalto de forma segura evitando que este material se transforme em um passivo poluente.
“É importante que seja analisado em laboratório para definir qual será a porcentagem do material reciclado que pode ser adicionada na massa asfáltica nova. O objetivo é garantir que depois de pronto, o pavimento que recebe a massa asfáltica reciclada atenderá a todos os parâmetros de desempenho necessários”, afirmou o gerente.
O laboratório foi criado em 2018 para iniciar os estudos, mas o trabalho de reaproveitamento só começou a ser aplicado após três anos de pesquisa, em 2020. No laboratório são realizados os testes necessários para, através de dosagens, verificar e avaliar a volumetria, densidade, resistência à tração, compressão, fluência e estabilidade, sendo possível determinar se os parâmetros estão sendo atendidos e se os resultados apresentados estão dentro das normas para o reaproveitamento desse material.
Investir no reaproveitamento do composto asfáltico, além de contribuir com a diminuição nos níveis de poluição produzidos na extração e manipulação do petróleo, reduz o descarte de um material poluente. Essa reciclagem também promove uma economia financeira nas obras em ruas e rodovias. Por exemplo, em uma obra de recapeamento, onde a massa asfáltica utilizada apresentava 25% de material asfáltico reciclado em sua composição, resultou em uma economia de 16% nos custos.
A medida pode resultar em mais obras ou investimentos, e mais trechos recapeados nas rodovias. Esta pode ser uma solução para o problema de descarte de materiais não-renováveis provindos do petróleo, que tanto preocupa pesquisadores e institutos de preservação ambiental. Quando o investimento em estudo e pesquisa pode refletir em cuidado com o meio ambiente.
A Nova Rota do Oeste, responsável pelo contrato de concessão federal da BR-163/MT, está sob controle da MT Par, sociedade de economia mista do Governo de Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
-
LUCAS DO RIO VERDE3 dias agoHomem tenta matar mulher com tijoladas na cabeça e acaba preso pela GCM; a vítima está grave
-
LUCAS DO RIO VERDE5 dias agoVídeo mostra briga entre alunas de escola militar após saída das aulas em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE3 dias ago“Bibi Perigosa”: saiba quem é a mulher espancada a tijoladas que está entre a vida e a morte em Lucas do Rio Verde
-
LUCAS DO RIO VERDE5 dias agoURGENTE: Jovem que trabalha em Lucas do Rio Verde desaparece após sair de casa de moto em Sorriso
-
POLÍCIA4 dias ago“Ele vai me matar”: jovem pede socorro à mãe minutos antes de assassinato com bebê
-
MUNDO4 dias agoAdolescentes usam buracos em tábuas para fazer sexo ao ar livre em festa clandestina; vídeo
-
LUCAS DO RIO VERDE5 dias agoSuspeito preso em megaoperação da Polícia Civil de Lucas vivia vida de luxo em SC; veja detalhes
-
LUCAS DO RIO VERDE4 dias agoPai e filho de 13 anos ficam feridos em grave acidente em Lucas do Rio Verde