POLÍCIA

Câmeras flagram avó “sequestrando” neta de 8 anos

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Vídeo de uma câmera de segurança de um hotel no município de Ourinhos (SP), mostra L.A, mãe do advogado J.V.A.P.A, com a menina de 8 anos, que foi sequestrada pelo pai no mês de julho. O paradeiro da menina ainda é desconhecido. A mãe da garota é uma enfermeira que trabalha em Cuiabá.

 

 

Nas imagens, é possível ver L.A., sua irmã, N.M.P.A, e a criança, de 8 anos, entrando em uma SUV preta. Elas estavam saindo do local, pouco antes das 9h da manhã de quinta-feira (23).

 

 

L.A. foi presa na tarde de quinta-feira na Rodovia SP 359/294, em Piratininga (SP). Ela informou ainda que já havia entregue a menina para sua irmã, na fronteira do Estado com Santa Catarina, para que a menor pudesse ser levada para a cidade de Balneário Camboriú.

Quando os policiais pediram que a mulher entregasse o aparelho celular, ela teve uma reação agressiva e começou a desferir tapas, socos e chutes, além de xingamentos contra os oficiais.

 

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A polícia tenta localizar N.M.P.A. e encontrar o paradeiro da criança.

 

O caso

A mãe da menina, identificada como M.P.A, é enfermeira e mora em Cuiabá. Ela contou que seu ex-marido J.V.A.P.A e a mãe dele e L.A, estiveram em Cuiabá em julho para passar cinco dias com a menina, durante seu recesso escolar.

 

 

Após isso, ela não teve mais contato com a filha, que foi sequestrada e escondida pelo próprio pai, que é advogado e atua em Bauru (SP).

 

 

A mãe procurou o Poder Judiciário e distribuiu uma ação revisional de guarda e convivência, além de uma ação declaratória de alienação parental e uma de proteção da menor por alteração injustificada da residência de referência da menor. A mulher também pediu a suspensão do direito de convivência. A ação tramita na 5ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Cuiabá-MT.

 

 

O magistrado proferiu decisão, ainda em julho, informando que iria analisar a suspensão da convivência após a realização do estudo psicossocial, que ainda não foi realizado.

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O advogado J.V.A.P.A e sua mãe L.A. chegaram a ser presos na quinta-feira (23), em Bauru (SP), onde moram, mas já foram liberados. Está em andamento o prazo de 72 horas para que eles informem onde está a menor.

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