POLÍCIA

CASO DOS 800 Kg: Comandante Agiu Dentro da Lei e Equipe Vai Receber Gratificação

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A recente circulação de denúncias envolvendo a comandante do batalhão da Polícia Militar de Nova Mutum gerou comentários e especulações dentro e fora da corporação. No entanto, informações apuradas pelo Portal Terra MT Digital apontam que a atuação da oficial na apreensão de mais de 800 quilos de maconha, registrada em dezembro do ano passado, seguiu rigorosamente os protocolos operacionais da Polícia Militar e não apresenta qualquer irregularidade.

A apreensão ocorreu durante uma ação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Nova Mutum, com participação decisiva do setor de inteligência. A carreta foi interceptada nas proximidades da MT-235 e, posteriormente, conduzida até a sede do batalhão, onde o entorpecente foi localizado.

Imagens divulgadas mostram a comandante no quartel por volta das 5 horas da manhã, acompanhando o início das buscas no veículo. A presença da oficial no local, ao contrário do que foi sugerido em denúncias anônimas, é considerada procedimento padrão em ocorrências de grande porte, especialmente quando envolvem expressiva quantidade de droga.

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Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que houve atuação fundamental da inteligência, setor que está sob responsabilidade da comandante. Segundo relatos, ela participou desde o recebimento da informação inicial até a definição da estratégia de abordagem do veículo.

Outro ponto questionado nas denúncias diz respeito ao bônus financeiro concedido pelo Governo do Estado em grandes apreensões. No caso específico, o valor estimado é de aproximadamente R$ 50 mil, dividido entre os policiais que participaram diretamente da ocorrência. Contudo, a gratificação segue critérios estabelecidos em norma estadual e não depende de decisão individual do comandante da unidade.

Conforme apurado, todos os policiais que estiveram no local e participaram diretamente da ação constam formalmente no boletim de ocorrência, requisito necessário para eventual recebimento da recompensa prevista na legislação estadual.

Especialistas em segurança pública destacam que comandantes de batalhão possuem prerrogativa funcional e dever institucional de acompanhar operações relevantes, sobretudo aquelas originadas pelo setor de inteligência sob sua responsabilidade.

Até o momento, não há qualquer confirmação oficial de irregularidade, investigação ou procedimento disciplinar relacionado ao caso. A operação resultou na retirada de mais de 800 quilos de droga de circulação, representando impacto significativo no combate ao tráfico na região médio-norte de Mato Grosso.

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A reportagem reforça que o espaço permanece aberto para manifestações oficiais da Polícia Militar e demais órgãos competentes.

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