POLÍCIA

Encapuzados invadem bar e executam cinco homens, mulher morre por bala perdida; veja vídeo

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Um ataque brutal a tiros deixou seis pessoas mortas e provocou pânico entre moradores do bairro Cerâmica na noite deste domingo (8 de fevereiro de 2026). O crime ocorreu em um bar localizado na rua Geni Saraiva e é investigado como uma possível execução em massa ligada a disputas criminosas na região.

De acordo com informações apuradas pela polícia, um grupo de homens encapuzados chegou ao local em um carro, desceu rapidamente e abriu fogo contra pessoas que estavam sentadas no estabelecimento. Os disparos foram intensos e direcionados, indicando que o ataque tinha alvos definidos.

Cinco homens morreram ainda no local, sem chance de socorro. As vítimas tinham idades entre 21 e 53 anos e foram identificadas como Júlio César Ornelas de Lemos (53), Fagner Ribeiro de Paiva (42), Ramon Nunes Toledo, Lucas Omena Oliveira e Flávio Alves de Lemos.

Além deles, uma mulher que não tinha qualquer ligação com o bar também acabou morta. Ana Cristina dos Santos, de 57 anos, foi atingida por uma bala perdida enquanto caminhava pela rua. Ela foi baleada nas costas, socorrida e levada ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

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Uma segunda mulher, Jéssica Lorena Sampaio, de 34 anos, também foi ferida por disparo de arma de fogo na perna. Ela recebeu atendimento médico, realizou exames e teve alta ainda durante a madrugada desta segunda-feira (9).

A Polícia Militar isolou a área logo após o crime para os trabalhos da perícia. O bar ficou completamente marcado por dezenas de perfurações de bala, evidenciando a violência da ação. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).

Nenhum suspeito foi preso até o momento. O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que realiza diligências para identificar os autores e esclarecer a motivação do massacre.

A principal linha de investigação aponta para uma disputa entre grupos de milicianos pelo controle territorial, cenário recorrente em áreas da Baixada Fluminense. O episódio reacende o debate sobre a escalada da violência armada e o avanço do crime organizado na região.

As investigações seguem em andamento e novas informações podem surgir a qualquer momento.

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