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EUA realizam ataque à Venezuela e capturam Nicolás Maduro, diz Donald Trump

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Em um evento internacional de proporções inéditas desde a Guerra Fria na América Latina, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, após uma ampla operação militar no país sul-americano na madrugada deste sábado (3).

Segundo Trump, a ação envolveu bombardeios e um “ataque de grande escala” em Caracas e outras regiões, e culminou com a detenção e retirada de Maduro e da primeira-dama venezuelana do território venezuelano.

📌 Detalhes da operação

De acordo com relatos oficiais dos EUA:

  • A operação ocorreu nas primeiras horas da manhã com explosões ouvidas em Caracas, indicando ataques a posições militares e pontes estratégicas.
  • Trump afirmou que Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país, embora autoridades americanas ainda não tenham divulgado detalhes oficiais sobre o destino ou o local onde o líder venezuelano se encontra.
  • A ação faz parte de uma campanha que, nos últimos meses, já envolveu pressão militar dos EUA no Caribe e ataques a embarcações suspeitas de tráfico, como parte de um esforço maior contra narcotráfico e terrorismo.
  • 🇻🇪 Reações na Venezuela
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O governo venezuelano declarou a operação como “agressão armada” e uma violação da soberania nacional, relatando a mobilização de tropas para resistir a qualquer tentativa de presença estrangeira em seu território.

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, exigiu prova de vida de Maduro e da esposa, afirmando que o governo local ainda não teve confirmação oficial sobre o paradeiro do casal.

Além disso, foi declarado estado de emergência nacional, com convocação de mobilização popular para enfrentar o que o governo descreveu como ataque imperialista.

🌐 Repercussão internacional

A operação desencadeou uma onda de reações no cenário global:

  • Rússia e Cuba condenaram o ataque como um ato de agressão e instado por soluções pacíficas e respeito à soberania.
  • Países europeus, como Espanha, Alemanha e Itália, pediram moderação e respeito ao direito internacional, destacando a necessidade de evitar escaladas.
  • Colômbia demonstrou preocupação com os riscos à população civil e pediu que medidas unilaterais fossem evitadas.

📌 Contexto da crise

A relação entre Washington e Caracas vinha se deteriorando há anos, marcada por acusações mútuas de autoritarismo, corrupção e envolvimento com narcotráfico.

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Em 2025, os EUA chegaram a oferecer uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro, enquadrando-o em operações contra organizações criminosas internacionais.

 

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