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Ladrão rouba mulher e vende corrente a joalheria; Vídeo Vídeo

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A equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf) esclareceu o roubo praticado contra uma transeunte, na semana passada, no Centro da cidade.

 

No dia 13 de outubro, por volta das 6h50 da manhã, a vítima solicitou uma corrida por aplicativo e ficou aguardando na porta do local onde reside. Contudo, a corrida foi cancelada e enquanto fazia outra solicitação, a vítima foi surpreendida pelo suspeito, A.R.C., de 35 anos, que chegou em uma motocicleta.

 

Simulando estar armado, o homem ordenou que a vítima entregasse o celular e uma corrente de ouro, avaliada em R$ 2 mil.

 

Para dificultar a identificação, o suspeito retirou a placa da motocicleta. Durante as investigações, a equipe da DERF conseguiu, entretanto, identificar o veículo e o condutor, que teve a prisão representada à Justiça.

 

Em interrogatório na delegacia, o suspeito confessou o crime e afirmou que ‘escolheu’ a vítima porque viu que estava dando ‘bobeira’. Ele disse que é usuário de entorpecentes desde a adolescência e pratica os roubos para sustentar o vício.

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A corrente roubada, ele disse que vendeu por R$ 1.950,00 em uma loja de joias no centro de Várzea Grande. Já o dinheiro, afirmou ter gasto, comprando drogas.

 

Em diligências na loja, a empresa alegou aos investigadores que não tinha conhecimento de que era um produto roubado e que foi a segunda vez que o suspeito vendeu um produto à loja e como da primeira vez não houve nenhum problema, presumiu que seria de boa fé. A loja informou ainda que a joia está depositada em um banco, mas se comprometeu a apresentar o produto à delegacia.

 

A delegada Elaine Fernandes informou que o suspeito tem 17 registros criminais por porte ilegal de arma de fogo, roubo, furto e receptação. Ela já foi condenado quatro vezes por porte ilegal de arma de fogo, roubos e furtos.

 

A apuração da DERF apontou que o suspeito agia justamente em horários em que as pessoas estão saindo ou chegando em casa, aproveitando-se da oportunidade em que as vítimas estão aguardando a chegada, por exemplo, de carros de aplicativo de corridas.

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“Na medida do possível, a pessoa deve aguardar a confirmação da chegada do motorista por aplicativo, para somente depois após sair da residência, evitando aguardar em locais ermos ou pouco movimentados”, orientou a delegada.

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