fim trágico

Maníaco estrangulou professora; morte foi motivada por patrimônio em MT

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A Polícia Civil revelou novos detalhes sobre o feminicídio da professora Adélia Cristina de Oliveira Batista, de 49 anos, assassinada no município de Castanheira, em Mato Grosso. Preso após dias de buscas, Joel Laureano Ferreira, de 46 anos, confessou ter estrangulado a vítima durante uma discussão provocada pelo fim do relacionamento.

Segundo o delegado Luiz Camargo, responsável pelas investigações, o crime foi cometido com as próprias mãos do suspeito. Além da recusa em aceitar a separação, a investigação aponta que Joel também estava motivado por questões patrimoniais, já que a vítima possuía uma condição financeira superior à dele.

De acordo com a Polícia Civil, o investigado demonstrava comportamento possessivo e ciumento. Conforme o delegado, a divergência envolvendo bens e patrimônio, somada ao inconformismo com o término da relação, foi determinante para o assassinato.

As investigações também revelaram que Joel já possuía histórico de violência contra mulheres. Em 2024, ele foi preso em flagrante após tentar matar uma ex-companheira. Na ocasião, a vítima sofreu lesões no rosto, apresentava marcas de estrangulamento no pescoço e relatou ter sido agredida com tapas, além de ter o celular tomado pelo agressor.

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Após esse episódio, o suspeito chegou a ser preso e, durante as diligências, policiais encontraram duas armas de fogo mantidas irregularmente em sua residência. Posteriormente, ele deixou a prisão mediante medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, que mais tarde foi retirada após avaliação de bom comportamento.

No novo crime, Joel foi localizado escondido em uma área de mata e preso pelas forças de segurança. O corpo da professora foi encontrado em uma represa na zona rural de Castanheira, com sinais de estrangulamento e diversos hematomas.

A Polícia Civil segue com a conclusão do inquérito, e o caso é investigado como feminicídio.

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