POLÍCIA

Polícia identifica suposto mandante de assassinato de homem que morreu no lugar do irmão

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O delegado Bruno Abreu, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que a Polícia Civil identificou o possível mandante do assassinato de João Antônio de Arruda, morto em dezembro de 2025, em Cuiabá. Segundo as investigações, o principal suspeito seria um homem identificado como Eduardo.

De acordo com o delegado, o crime teria sido motivado por um acerto de contas envolvendo o irmão da vítima e integrantes de uma facção criminosa.

“Foi um acerto de contas. Antes da morte houve esse desacerto, um se mostrando que seria mais valentão que o outro, houve essa discussão, a investigação aponta isso (…). Estava praticando roubos na região, houve um desacerto com a facção”, declarou Bruno Abreu.

João Antônio foi executado dentro de um bar de sinuca na capital mato-grossense. Conforme as investigações, dois criminosos chegaram ao local em uma motocicleta e, após uma breve discussão, efetuaram vários disparos contra a vítima.

Mesmo ferido, João Antônio ainda tentou fugir pelos fundos do estabelecimento, mas acabou atingido e morreu no local.

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A DHPP já identificou ao menos três suspeitos envolvidos diretamente no homicídio. Entre eles está Israel Gonçalves de Moraes Júnior, preso nesta quarta-feira (21), suspeito de ter levado a vítima até a emboscada.

“Nós temos um foragido da Justiça, tentamos prendê-lo hoje, não conseguimos, o Eduardo. É um elemento perigoso, já tem outro mandado de prisão, e após os fatos fez ligações afirmando que foi ele mesmo que teria dado a ordem (…). Talvez até o irmão do suspeito que foi preso hoje tenha envolvimento também, porque estava no local”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil agora investiga se Eduardo participou diretamente da execução ou se apenas teria ordenado o homicídio.

“A gente ainda está investigando para saber, realmente, se ele teria dado a ordem ou estaria na moto no momento. Isso a gente não pode afirmar com certeza, mas após os fatos ele ligou e afirmou que estava envolvido nisso”, concluiu Bruno Abreu.

O caso segue sob investigação da DHPP.

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