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Saiba quem é o bandido morto em ação da PM após estuprar e matar jovem

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Um homem identificado como Fabiano Alves de Oliveira, de 44 anos, morreu durante confronto com policiais militares em uma zona rural de Poxoréu, em Mato Grosso, neste domingo (6). Ele era apontado pela polícia como o principal suspeito de estuprar e matar, por estrangulamento, a jovem Suely Freitas dos Reis, de 26 anos, encontrada morta na última sexta-feira (5).

De acordo com a Polícia Militar, Fabiano estava foragido desde o crime e era vizinho da vítima. Após denúncias de que ele estaria escondido em uma região de mata, equipes da PM, com apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), iniciaram buscas para localizá-lo e cumprir a ordem de prisão.

Durante as diligências, o proprietário de uma chácara relatou aos policiais que o suspeito havia passado pela residência pedindo comida e água. Segundo o morador, Fabiano estava armado com uma espingarda.

Ainda conforme a PM, uma mulher que se identificou como irmã do suspeito entrou em contato com o comandante da operação e informou que ele queria se entregar. Ela repassou o telefone de Fabiano, que chegou a indicar a própria localização aos policiais.

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No entanto, segundo a versão da Polícia Militar, ao ser cercado, o homem desobedeceu às ordens, tentou se aproximar de uma residência onde havia uma família com crianças e atirou contra os militares. Os policiais reagiram e atingiram o suspeito, que não resistiu.

Entenda o crime

Suely Freitas dos Reis, de 26 anos, foi encontrada sem vida dentro de uma residência em Poxoréu, com marcas de violência pelo corpo. As informações preliminares apontam que ela teria sido morta por estrangulamento.

Durante os levantamentos, a Perícia Oficial e Identificação Técnica encontrou elementos que, após análise, podem indicar tentativa ou consumação de violência sexual.

Os peritos também localizaram vestígios de sangue em uma casa próxima à residência da vítima. O imóvel pertence à mãe do suspeito. Segundo ela, o filho teria dito que iria trabalhar em uma fazenda, mas afirmou desconhecer a origem das manchas de sangue.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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