Caso Ana Cristina

Suspeito de matar jovem na frente do filho tem cinco condenações e é caçado pela polícia em MT

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O comerciante Fabiano Oliveira Borges, de 43 anos, conhecido como “Pépi”, é procurado pela polícia por suspeita de matar a namorada Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, na manhã de sábado (15), no bairro Alvorada, em Cuiabá.

Segundo informações da investigação, a vítima foi atingida por um tiro na nuca dentro da residência onde morava. O crime teria acontecido na presença do filho dela, de 3 anos. Ana foi socorrida por vizinhos, mas morreu após dar entrada no Hospital Municipal.

Fabiano teria deixado o imóvel em uma motocicleta logo depois do disparo e não foi mais visto. Ele está com a prisão preventiva decretada e é considerado foragido.

De acordo com os registros judiciais, o suspeito possui cinco condenações por diferentes crimes, que somam mais de dez anos de prisão. Entre as principais estão condenações por tráfico de drogas, em Cuiabá, e roubo, em Várzea Grande.

O histórico também inclui registros relacionados a ameaça contra uma ex-companheira, porte ilegal de arma de fogo, furto e uso de drogas.

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Fabiano havia sido beneficiado com progressões de regime. Após passar ao semiaberto e começar a utilizar tornozeleira eletrônica, ele teria desativado o equipamento cinco dias depois. Desde fevereiro de 2025, o Ministério Público denunciava o descumprimento das condições impostas pela Justiça.

Conforme testemunhas, Ana trabalhava no comércio de celulares pertencente ao suspeito e mantinha um relacionamento com ele havia cerca de duas semanas. O disparo teria sido feito com um revólver calibre 38.

A vítima foi atingida pelas costas. Exames periciais deverão apontar se o tiro foi efetuado à queima-roupa ou a uma distância maior.

A suspeita inicial é de que o crime tenha sido motivado por sentimento de posse. Testemunhas relataram que, durante uma discussão, o homem teria afirmado que a jovem “não seria de mais ninguém”.

A Polícia Civil continua realizando buscas pelo suspeito. Informações sobre o paradeiro dele podem ser repassadas às autoridades pelos canais oficiais de denúncia.

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