POLÍTICA

COISA PÚBLICA: Sete vereadores de MT são alvos do MPE por receberem 13º salário ilegalmente

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Sete vereadores de Alta Floresta (800 km de Cuiabá) são alvos de uma ação proposta pelo Ministério Público do Estado (MPE) que visa o bloqueio de bens referente ao 13º salário do ano de 2017 recebido, supostamente, de forma ilegal.

 

 

A Câmara de Vereadores aprovou uma Lei no fim de 2017 instituindo o pagamento do 13º salário já para aquele exercício, o que é irregular, já que o ato só poderia valer para o ano seguinte, 2018.

 

 

                                                            

 

 

Após uma notificação do MPE, a Câmara de Alta Floresta retificou o dispositivo legal, mas parte dos parlamentares já havia recebido a remuneração extra, são: Demilson Nunes Siqueira, Emerson Sais Machado, Marcos Roberto Menin, Oslen Dias dos Santos, Silvino Carlos Pires Pereira , Valdecir José dos Santos  e José Aparecido dos Santos.

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De acordo com a promotora de Justiça, Carina Dalmolin, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Alta Floresta, o prejuízo aos cofres públicos passou dos R$ 163 mil.

 

 

“Assim, conforme apurado no bojo do Inquérito Civil, após a publicação das Leis Municipais 2.420/2017 e 2423/2017, a Câmara Municipal, na pessoa do ordenador de despesas Emerson Sais Machado, efetuou pagamentos de 13º (décimo terceiro) […] nos anos de 2017, 2018 e 2019, na mesma legislatura em que as leis foram aprovadas, em flagrante violação aos princípios da moralidade, impessoalidade e, especialmente, ao princípio da anterioridade”.

 

 

A promotora também pediu a suspensão do pagamento do 13º salário dos vereadores referente 2020. A Justiça acatou o pedido.

 

 

O Poder Judiciário ainda não decidiu sobre o pedido do bloqueio de bens dos vereadores.

Fonte: REPORTER MT

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