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Colheita de arroz termina no RS com 7,16 milhões de toneladas, garantindo abastecimento do país

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. . . . . . . . . . . . . . . 15 de June de 2024

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2 horas ago

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A colheita do arroz terminou com uma produção de 7.162.674,9 toneladas no Rio Grande do Sul, de acordo com o relatório final divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

“Os dados desta safra comprovam o que Irga já vem manifestando desde o início do mês de maio, que a safra gaúcha de arroz, dentro da sua fatia de produção no mercado brasileiro, garante o abastecimento do país e não há, tecnicamente, justificativa para a importação de arroz no Brasil”, disse o presidente do Irga, Rodrigo Machado, ao avaliar que os números são muito similares ao da safra passada.

Os dados recém-divulgados inclusive superariam, com pequena margem, as estimativas de antes das enchentes.

Na safra 2023/2024, foram semeados 900.203 hectares de arroz irrigado, sendo colhidos 851.664,22 hectares que correspondem a 94,61 % da área plantada, com uma média de produtividade de 8.410,21 kg/ha, de acordo com o levantamento. Ainda estariam em processo de colheita 1.548 hectares (0,17%).

Com as enchentes registradas no estado, o Irga contabiliza que foram perdidos 46.990,59 hectares, que correspondem a 5,22% da área semeada, e se concentram principalmente na região central do estado.

Na safra 2022/2023 foram semeados 839.972 hectares, com uma produção total de 7.239.000 toneladas.

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Boi gordo: veja como fecharam as cotações da arroba na semana

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42 minutos ago

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14 de junho de 2024

O mercado físico do boi gordo encerrou a semana apresentando manutenção do padrão dos negócios em grande parte do Brasil.

O ritmo de negociações se tornou menos fluído no decorrer desta semana, de acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, com o pecuarista carregando algum otimismo em meio ao processo de desvalorização cambial.

Por outro lado, os frigoríficos ainda se deparam com escalas de abate confortáveis, posicionadas em média entre nove e dez dias úteis. Isso permite boa capacidade para suportar mais tempo mantendo os preços atuais, disse o analista da consultoria Fernando Henrique Iglesias.

Confira os preços da arroba de boi gordo

  • São Paulo: R$ 217,58.
  • Goiás: R$ 199,67
  • Minas Gerais: R$ 206,59.
  • Mato Grosso do Sul: R$ 213,57.
  • Mato Grosso: R$ 206,78.

Carne no atacado

O mercado atacadista seguiu com preços acomodados durante esta sexta-feira (14), em uma primeira quinzena bastante fraca em termos de vendas.

Mesmo com a entrada dos salários na economia os estoques estão elevados, oferecendo baixa perspectiva de recuperação, analisa a consultoria.

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Para a segunda quinzena do mês o cenário geral é ainda mais complicado, considerando o arrefecimento do consumo.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 o quilo. Quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 o quilo.

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confira como o mercado fechou a semana no Brasil e em Chicago

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1 hora ago

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14 de junho de 2024

O mercado brasileiro de soja teve um dia lento em termos de negócios. Foram poucas ofertas registradas nesta sexta-feira (14), com lotes pontuais movimentados.

Os preços ficaram de estáveis a mais baixos, entre a queda de Chicago e a volatilidade do dólar, ainda que dentro de pequenas margens. Na semana, a Safras Consultoria observou comercialização moderada.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136 para R$ 135
  • Região das Missões: recuou de R$ 135 para R$ 134
  • Porto de Rio Grande: teve baixa de R$ 144 para R$ 143
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 133 para R$ 132
  • Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 142 para R$ 141
  • Rondonópolis (MT): baixou de R$ 125 para R$ 124
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 126 para R$ 124
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 126 para R$ 125

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Desde o início do dia, o mercado foi pressionado por um movimento de realização de parte dos lucros de ontem.

Na semana, a posição julho acumulou alta de 0,42%. O cenário externo de aversão ao risco, com quedas significativas nas bolsas de valores da Europa, influenciou negativamente.

De qualquer forma, a previsão de clima quente e seco para a próxima semana em partes do cinturão produtor dos Estados Unidos limitou as perdas. Segundo agências internacionais, a preocupação é que tenha surgido um novo padrão climático na parte central do país, que poderia continuar em julho, o que reduz o interesse de venda.

Contratos futuros da soja

cotação soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 9,75 centavos ou 0,81% a US$ 11,79 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,68 1/4 por bushel, com recuo de 10,00 centavos ou 0,84%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,10 ou 0,02% a US$ 368,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 43,68 centavos de dólar, com baixa de 0,18 centavo ou 0,41%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,3816 para venda e a R$ 5,3796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3446 e a máxima de R$ 5,3872. Na semana, dólar teve valorização de 1,06%.

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Chuva de 200 mm e rajadas de vento de 100 km/h neste fim de semana; veja onde

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1 hora ago

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14 de junho de 2024

O Rio Grande do Sul se prepara para enfrentar chuvas intensas neste fim de semana, especialmente nas regiões noroeste e oeste do estado.

No entanto, o meteorologista do Canal Rural, Artur Müller, considera que não há risco imediato de enchentes, como as que ocorreram entre o final de abril e início de maio e devastaram boa parte do território gaúcho.

“A partir de amanhã, temporais já começam a ocorrer no estado, com maior intensidade na região noroeste, onde o volume de chuva pode chegar a 200 mm em três dias”, afirma.

Ele também alerta para a possibilidade de granizo e rajadas de vento que podem superar os 100 km/h, especialmente em áreas como Cruz Alta, noroeste do estado.

Chance de alagamento

O meteorologista explicou que, apesar das previsões de chuvas intensas, o volume não deve ser suficiente para elevar significativamente o nível do Rio Guaíba, prevenindo enchentes. No entanto, a chuva na faixa leste do estado pode causar alagamentos até terça-feira (18).

Müller ressalta que, embora o modelo meteorológico possa ajustar as previsões, é certo que mais de 100 mm de chuva cairão em parte do Rio Grande do Sul, trazendo estragos para o final de semana. Após o evento, as temperaturas devem cair, com mínimas atingindo 6°C, mas sem risco de geada até o final de junho.

Demais áreas do país

Para outras regiões do Brasil, o cenário varia. No Sudeste e Centro-Oeste, o tempo continua seco, com temperaturas elevadas que podem chegar a 37°C em Cuiabá, Mato Grosso.

O Nordeste também enfrenta restrição hídrica, com chuvas concentradas no litoral. No Norte, chuvas limitadas não contribuem significativamente para a reposição hídrica.

O meteorologista do Canal Rural enfatizou que o fim do fenômeno El Niño foi decretado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), com a transição para uma fase neutra e a possível chegada do La Niña.

Assim, o novo fenômeno pode impactar o clima no Rio Grande do Sul e outras regiões nos próximos meses, trazendo riscos de estiagens e geadas tardias.

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