Estrangulamento

Justiça nega exame de insanidade mental para mulher acusada de matar a sogra em MT

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A Justiça negou o pedido da defesa de Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, para que ela fosse submetida a um exame de insanidade mental. Ela é acusada de matar a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, a pauladas e por estrangulamento, em Confresa.

O crime ocorreu no dia 22 deste mês. A defesa alegou que Alessandra teria passado por um suposto surto e estaria “fora de si” no momento do crime.

Na decisão publicada na última quarta-feira (26), o juiz Nelson Luiz Pereira Júnior, da 3ª Vara de Porto Alegre do Norte, afirmou que, até o momento, não foram apresentados documentos médicos, prontuários psiquiátricos ou outros elementos concretos capazes de levantar dúvida relevante sobre a capacidade mental da acusada.

O Ministério Público Estadual também se manifestou de forma contrária ao pedido da defesa.

Apesar de negar a realização do exame neste momento, o magistrado deixou aberta a possibilidade de uma nova análise caso sejam apresentados futuramente documentos clínicos ou outros elementos que indiquem algum comprometimento psíquico.

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Segundo a Polícia Civil, Alessandra teria esperado a sogra na varanda da residência. Quando Maria saiu, a suspeita teria iniciado as agressões utilizando um pedaço de madeira e, posteriormente, um cabo para estrangular a vítima.

Inicialmente, Alessandra teria afirmado aos policiais que apenas encontrou a sogra já morta. Durante o interrogatório, porém, acabou confessando o crime e alegou que agiu em um momento de descontrole.

Conforme o delegado Daniel Moura, sogra e nora mantinham uma boa relação e Maria teria apoiado Alessandra durante uma crise no casamento.

A investigação também apontou que Alessandra vinha apresentando comportamento preocupante antes do crime e teria feito ameaças contra si mesma e contra os próprios filhos.

O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.

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