Talaricagem fatal

Homem vira réu por matar PM após descobrir suposto caso da esposa em MT

Publicado em

Militar foi assassinado com seis tiros enquanto dava aula de jiu-jitsu para crianças e adolescentes

Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, virou réu pelo assassinato do cabo da Polícia Militar e professor de jiu-jitsu Renato Oliveira Aragão, de 31 anos, morto a tiros no dia 4 de agosto, em Várzea Grande.

A decisão é do juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal do município, que recebeu a denúncia apresentada contra Jonathan no dia 4 de setembro.

Segundo a acusação, a motivação do crime teria sido um suposto relacionamento extraconjugal entre Renato e a esposa de Jonathan.

O Ministério Público afirma que o caso teria durado cerca de dois anos e que o acusado teria agido por vingança após descobrir a relação.

PM foi morto durante aula de jiu-jitsu

Renato estava dando aula de jiu-jitsu em um projeto social do 25º Batalhão, realizado no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), quando foi surpreendido.

Jonathan teria entrado no local armado com um revólver calibre .38 e efetuado seis tiros contra o militar.

Leia Também:  Especial Espetáculo do Siminina: Mãe revela sonho de conhecer o teatro pela primeira vez

Renato morreu ainda no local, sobre o tatame onde ministrava a aula.

O crime aconteceu na frente de crianças e adolescentes que participavam das atividades do projeto.

Alunos conseguiram conter acusado

Após os disparos, alunos que estavam no local conseguiram conter Jonathan até a chegada da Polícia Militar.

Durante a imobilização, um dos alunos acabou se ferindo.

Para o Ministério Público, Renato foi surpreendido e não teve possibilidade de reação.

A acusação também aponta que os disparos em um ambiente com outras pessoas colocaram em risco não apenas a vítima, mas também quem estava no local.

Réu por homicídio triplamente qualificado

Jonathan foi denunciado por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e perigo comum.

Ele também responde por crimes relacionados à posse e ao porte ilegal de arma de fogo.

Com o recebimento da denúncia, Jonathan passa oficialmente à condição de réu.

Agora, a 1ª Vara Criminal de Várzea Grande deverá ouvir testemunhas e realizar o interrogatório do acusado.

O processo segue em sigilo.

Anúncio [the_ad_group id="28079"]

MAIS LIDAS DA SEMANA