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Produtor de soja aproveita alta dos preços para negociar; veja as cotações

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. . . . . . . . . . . . . . . 19 de July de 2024

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3 horas ago

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A alta dos preços da soja animou os produtores brasileiros nesta quinta-feira (18). O mercado registrou mais negócios no dia, impulsionado pela forte valorização cambial.

Os prêmios firmes em função das fortes exportações também ajudam a sustentar as cotações domésticas:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131 para R$ 132
  • Região das Missões: aumentou de R$ 130 para R$ 131
  • Porto de Rio Grande: avançou de R$ 136 para R$ 138
  • Cascavel (PR): valorizou de R$ 127,50 para R$ 130
  • Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 137 para R$ 139
  • Rondonópolis (MT): foi de R$ 125 para R$ 126,50
  • Dourados (MS): elevou-se de R$ 120 para R$ 122
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 121 para R$ 123

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em leve alta. Sinais de recuperação da demanda pelo produto norte-americano ajudaram o mercado a recuperar terreno, ainda que com base em ajustes técnicos.

Os ganhos foram limitados pelo cenário fundamental. As previsões apontam clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas, encaminhando uma safra cheia. Na parte da manhã, as cotações atingiram os menores patamares em quatro anos.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 510.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2024/25. Também foi reportada venda de 150.000 toneladas de farelo e torta de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2024/25.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2023/24, com início em 1º de setembro, ficaram em 360.100 toneladas na semana encerrada em 11 de julho. Para a temporada 2024/25, foram mais 375.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 900 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos futuros

notas de dólar
Foto: Pixabay

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 1,25 centavo de dólar, ou 0,11%, a US$ 10,98 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,43 por bushel, com ganho de 2,00 centavos ou 0,19%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,60 ou 0,19% a US$ 311,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 44,33 centavos de dólar, com alta de 0,34 centavo ou 0,77%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,9%, sendo negociado a R$ 5,5886 para venda e a R$ 5,5865 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4801 e a máxima de R$ 5,5891.

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Justiça bloqueia R$ 292 milhões de fazendeiro por desmatamento

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4 minutos ago

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18 de julho de 2024

Acusaram o fazendeiro de desmatar áreas nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, no Amazonas, emitindo 901 mil toneladas de gases do efeito estufa.

A AGU argumentou que o dano é duplo, pois além das emissões, o desmatamento removeu plantas que absorvem carbono da atmosfera.

A quantia de R$ 292 milhões foi calculada com base em parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estabelece um custo de 60 euros por tonelada de carbono emitida.

Para comprovar as infrações, a AGU apresentou laudos de vistorias do Ibama, imagens de satélite e um vídeo em que o pecuarista confessa as atividades. O réu utilizou motosserras para derrubar a vegetação, realizou queimadas para limpar o terreno e posteriormente plantou capim para criar gado.

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A 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Amazonas acatou os argumentos da AGU e determinou um projeto de compensação. O réu tem 90 dias para apresentar o projeto, que deve incluir sumidouros de carbono e considerar a emissão de 901.600 toneladas.

Além disso, proibiram o pecuarista de acessar financiamentos em estabelecimentos oficiais, receber benefícios fiscais, adquirir equipamentos agrícolas e realizar transações envolvendo as áreas desmatadas.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a decisão é paradigmática, reconhecendo a legitimidade da AGU na reparação autônoma do dano climático. “Com decisões como essa, poderemos concretizar a promessa constitucional de proteção das futuras gerações”, concluiu.

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Governo do RS mobiliza esforços para conter foco de doença de Newcastle

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1 hora ago

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18 de julho de 2024

O governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), iniciou nesta quinta-feira (18) um plano de ação para conter um foco confirmado da doença de Newcastle em uma granja comercial no município de Anta Gorda. A doença, que afeta aves domésticas e silvestres, causa sinais respiratórios, nervosos e diarreia, além de edema na cabeça dos animais.

O plano de ação, validado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), inclui o estabelecimento de dois perímetros de vigilância, com raios de três e dez quilômetros a partir do foco. Dentro do raio de três quilômetros, a Seapi já vistoriou as três granjas comerciais que atualmente alojam animais.

“O sistema avícola comercial do Rio Grande do Sul é altamente tecnificado, com uma relação forte e estreita com o Serviço Veterinário Oficial”, afirmou Marcelo Mota, diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, destacando que a notificação do foco partiu do próprio produtor.

No total, 75 propriedades serão visitadas dentro do raio de três quilômetros, e outras 801 propriedades serão inspecionadas dentro do raio de dez quilômetros. Além das vistorias, a Seapi instalará barreiras sanitárias e bloqueios para controlar a entrada e saída de aves, produtos e equipamentos que possam estar contaminados.

“O objetivo é evitar tanto a entrada quanto a saída de aves, camas de aviário, esterco e outros produtos que possam carregar o vírus”, explicou Francisco Lopes, diretor-adjunto de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi.

A operação de contenção do foco contará com o apoio da Brigada Militar e mobilizará mais de 70 servidores da Seapi, que trabalharão em turnos para garantir o funcionamento ininterrupto das barreiras. A previsão é de que a operação dure duas semanas, caso não surjam novos casos.

Doença de Newcastle

A doença de Newcastle é de notificação obrigatória à Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), e qualquer suspeita da doença, incluindo sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves, deve ser imediatamente notificada à Seapi. A notificação pode ser feita por meio da Inspetoria ou Escritório de Defesa Agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

A Seapi ressalta a importância da colaboração de todos os produtores e da população em geral para o sucesso da operação de contenção do foco da doença de Newcastle. A rápida identificação e notificação de casos suspeitos são fundamentais para evitar a disseminação da doença e proteger a saúde das aves e a economia do estado.

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Preço da maioria das hortaliças e frutas registra queda em junho

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5 horas ago

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18 de julho de 2024

Os preços da cenoura, da alface, do mamão e da melancia registraram queda de cerca de 20% em junho, em média, nos principais mercados atacadistas do País, mostra o 7º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira, 18.

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A pesquisa da Conab considera as cinco frutas (laranja, banana, mamão, maçã e melancia) e hortaliças (batata, cenoura, cebola, tomate e alface) com maior representatividade na comercialização nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do País e que registram maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial (IPCA).

No caso da alface, a maior diminuição de preço foi registrada na Ceasa de Recife (PE), com uma variação negativa de 46,49%. Segundo a Conab, o cenário para a comercialização desta hortaliça nos meses de junho e julho se assemelha ao registrado em maio. Mesmo com uma boa qualidade do produto, a demanda mais baixa influencia na queda dos preços.

No caso da cenoura, apenas a Ceasa de Santa Catarina e a do Ceará não registraram queda superior a 20%, sendo que em Florianópolis os preços ficaram estáveis e em Fortaleza a diminuição alcançou 12,73%. A maior redução foi registrada em Goiás, com uma variação negativa de 35,76%. “Esse cenário favorável ao consumidor pode ser explicado, muito provavelmente, pela constância dos envios da raiz aos mercados de todas as regiões produtoras e não só a partir de Minas Gerais, maior abastecedor nacional”, relatou.

Dentre as frutas, a queda para o mamão, na média ponderada em junho, ficou em 26,34%. A queda é explicada tanto pelo lado da oferta quanto pela demanda. Houve registro de maiores quantidades ofertadas de papaia e de formosa, originárias do norte capixaba e sul baiano. Além disso, a procura pela fruta no último mês foi mais fraca principalmente por causa do tempo frio, o que acabou provocando queda das cotações no atacado e varejo. A tendência é que em julho essa dinâmica se repita.

Cenário semelhante é encontrado para a melancia. O aumento da produção em Goiás e o início da colheita da safra no Tocantins garantiram a boa oferta do produto nos mercados atacadistas. Aliado a isso, a demanda teve impacto negativo das temperaturas mais baixas. Com isso, a redução das cotações na média ponderada atingiu 23,72%.

Os níveis de oferta de cebola, nos dois últimos meses, também foram capazes de provocar queda nos preços. Em junho, a redução foi de 10,83% nas cotações médias.

Para tomate e laranja, a Conab também verificou queda na média ponderada das cotações, mas não em porcentual tão elevado. No caso do tomate, a diminuição alcançou 6,11%, enquanto os preços da laranja na média ponderada caíram 3,29%.

No movimento contrário, batata, maçã e banana ficaram mais caras nos principais atacados analisados pela Conab. No caso do tubérculo, a produção da safra da seca não vem atingindo volumes suficientes para segurar os preços a ponto de baixá-los. A elevação ficou em torno de 3,36% na média ponderada.

A banana registrou uma alta um pouco mais expressiva, alcançando 6,46% se considerarmos a média ponderada de preços do produto. O aumento é explicado, principalmente, pela diminuição da oferta da variedade nanica, em especial das regiões produtoras mineiras e paulistas.

Para a maçã, a Conab registrou um pequeno incremento de 1,35% nos preços médios, em meio ao controle de oferta – maximizado pela safra ruim na Região Sul – por parte das companhias classificadoras. Além disso, a demanda anda baixa decorrente, principalmente, do tempo frio, festas juninas, férias escolares e concorrência com frutas de época.

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