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VEJA O VÍDEO: influenciadora é barrada em evento da escola do neto por causa da roupa e promete buscar seus direitos

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A influenciadora digital Ayla Costa afirmou ter sido impedida de entrar em uma confraternização realizada na escola do neto por causa da roupa que estava usando.

O episódio ganhou repercussão nas redes sociais no fim de março de 2025, depois que Ayla gravou um vídeo demonstrando indignação diante da instituição.

Segundo o relato dela, funcionários teriam considerado sua saia curta demais e inadequada para o ambiente escolar.

“Que regra é essa?”

Nas imagens, Ayla questiona quem estava responsável pelo controle da entrada e pergunta onde estaria prevista a suposta regra de vestimenta.

“Não pode entrar aí? Por quê? Que regra é essa? Isso não existe”, protesta durante a gravação.

A influenciadora afirma que havia ido apenas acompanhar uma atividade do neto e que se sentiu discriminada pela maneira como foi impedida de entrar.

Caso teria ocorrido durante confraternização

Algumas publicações que reproduziram o vídeo informaram que a situação aconteceu durante uma festa ou confraternização promovida pela escola.

A instituição, porém, não foi identificada nas fontes encontradas.

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Também não foi possível confirmar a cidade onde o episódio ocorreu ou se a escola possuía alguma orientação prévia sobre roupas permitidas durante o evento.

Influenciadora promete tomar providências

Ayla declarou que não aceitaria o tratamento recebido e que procuraria seus direitos.

Ela argumentou que sua roupa não justificava a proibição e classificou o episódio como uma forma de discriminação.

O vídeo rapidamente começou a circular em páginas de notícias e perfis de entretenimento, dividindo opiniões.

Parte dos internautas apoiou a influenciadora e criticou a fiscalização da roupa de uma mulher adulta. Outros defenderam que instituições de ensino podem estabelecer orientações de vestimenta para visitantes em determinados eventos.

Escola não apresentou versão pública

Até o momento, não foi localizada manifestação pública da direção da escola explicando a situação.

Também não há confirmação sobre eventual boletim de ocorrência, denúncia formal ou processo apresentado pela influenciadora.

Sem a versão da instituição, não é possível determinar se havia uma norma de acesso previamente comunicada aos responsáveis ou se a decisão foi tomada apenas no momento da chegada de Ayla.

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O caso permanece baseado no relato apresentado pela influenciadora e no trecho registrado em vídeo.

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