POLÍCIA

Família alega que jovem morto em boate era ameaçado em MT

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Familiares do autor dos disparos que matou Ana Karyna Noia da Silva, de 21 anos, dentro de uma casa noturna de Sinop (490 km de Cuiabá), alegam que o suspeito reagia em legítima defesa quando efetuou o disparo que matou a jovem.  Diego da Silva Fonseca, de 27, popularmente conhecido com “Bolachinha”, foi morto por um policial à paisana que que estava no local e reagiu a ação do rapaz que atirava contra os seguranças da boate.

 

Conforme divulgado pelo Programa Cadeia Neles (TV Vila Real), os familiares de Diego, que era morador de Várzea Grande, disseram que o jovem estava andando armado, pois estava sendo ameaçado de morte. O pai disse que Diego era um rapaz “calmo e do bem”.

 

 

Afirmou ainda que o jovem não tinha nenhuma passagem e que ele só estava armado porque temia por sua vida. “Eu acredito que ele só reagiu porque os seguranças o provocaram. Inclusive um dos seguranças chegou a agredir ele antes do fato”, disse o pai de Diego.

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A família tem um vídeo que foi gravado pelo próprio Diego, onde aparece uma discussão entre ele e os seguranças momentos antes do tiroteio. Nas imagens, os seguranças tentam tomar o celular de Diego.

 

 

O CRIME

O caso aconteceu no dia 30 de maio. Diego da Silva Fonseca, de 27 anos, tentou entrar armado em uma boate localizada no bairro Jardim Umuarama, em Sinop, quando foi impedido por um segurança, que percebeu a arma.

 

 

Ao ser impedido, Diego sacou o revólver e tentou balear o segurança, mas a arma falhou. Ele tentou um novo disparo, desta vez com sucesso. O tiro, porém, acertou Karine Noia da Silva, de 21 anos, que nada tinha a ver com a confusão.

 

 

Baleada, a jovem não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada no hospital.

 

 

Um policial militar que também estava no bar percebeu a confusão e efetuou disparos contra Diego. O rapaz chegou a ser resgatado com vida e levado ao Hospital Regional de Sinop, mas também teve óbito declarado momentos depois. O caso está sendo investigado pela Polícia Judiciária Civil.

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